A pesquisa apresentada pela Fleet Mobility Today reúne dados de mais de 140 mil veículos comerciais administrados pelos membros do Fleet & Mobility Managers Club (FMMC) em toda a América do Norte e América Latina. Esses gestores atuam em setores críticos como saúde, farmacêutico, agronegócio, energia, automação industrial e bens de consumo, operando em corredores logísticos que conectam EUA, Canadá, México, Brasil, Argentina, Colômbia, Peru e Equador.
O estudo revela três grandes mudanças estruturais que moldam o futuro da mobilidade corporativa.
A primeira é o aumento expressivo dos custos de frota: 84% dos gestores afirmam que leasing e aluguel são hoje sua maior despesa, impulsionando renegociações e reestruturações de compras.
A segunda é o déficit de integração digital. Mais de 45% das empresas têm sistemas desconectados, dificultando o cálculo do custo total de propriedade (TCO) em tempo real. Isso está acelerando investimentos em conformidade automatizada, manutenção preditiva e telemetria com IA.
A terceira mudança envolve ESG e gestão de riscos. A transição para veículos elétricos enfrenta barreiras reais — principalmente a falta de infraestrutura de carregamento. Paralelamente, distração ao volante permanece o maior risco comportamental.
O vídeo conclui que o futuro pertence às frotas que unificarem sistemas, eliminarem processos manuais e utilizarem IA para otimizar custos, segurança e sustentabilidade.